As 8 chaves para ter uma alimentação consciente

Atualizado: Out 5

Alimentar-se é atividade básica da nossa vida. A comida é o combustível que dá energia para a nossa máquina – o corpo – funcionar. Mas não basta colocar a comida para dentro e achar que seu corpo está nutrido. Comer é um ato que necessita de atenção. Não se trata apenas do que você come, mas de como e por que você come. É a alimentação consciente.


Como você se vê diante do seu combustível diário?

O comportamento alimentar é um caminho para te levar até uma alimentação consciente, que é exatamente o oposto de colocar comida pra dentro do corpo de qualquer forma.

É, sim, colocar comida pra dentro, mas de uma maneira amorosa, cuidadosa e atenciosa, pensando não apenas na energia gerada para o corpo funcionar, mas também na energia pra VIDA emergir.

A seguir, conheça as 8 chaves que podem te conduzir nesse caminho da alimentação consciente


1. Observe a si mesmo e fuja do efeito manada

A gente sempre comeu o que os nossos pais comiam. Mas, de uns tempos pra cá, parece que as pessoas se perderam no ato de se alimentar e se encheram de dúvidas. Com isso, começou-se a busca por referências externas, como o que a celebridade come, qual a dieta do colega, o que o nutricionista prescreveu para um amigo.

Nesse processo, muitas gente se esquece de perguntar: o que EU estou com vontade de comer? Do que estou sentindo falta? Estou realmente com fome?

Trazer o olhar para dentro e observar suas próprias necessidades é um exercício poderoso de autoconhecimento e uma ferramenta para ter suas próprias escolhas e não ir na escolha da manada. Com isso, você cria seus próprios referenciais e vai ter uma alimentação que é boa para VOCÊ, que está de acordo com a vida que você leva e o seu gasto energético.


2. Reverencie a história da comida que está no seu prato

Um prato de comida não é só nutrientes. Comece a pensar nisso. Quantas pessoas já tocaram naquele arroz e feijão que você preparou e agora vai comer? Os grãos precisam ser plantados, regados, colhidos, processados, transportados e vendidos até chegar a sua mesa.

É uma história, um ciclo, e ao se conectar com isso e reverenciar esse trabalho você não vai conseguir simplesmente jogar o alimento para dentro.


3. Faça das refeições um ritual

As refeições devem ser momentos sagrados. Comer é muito importante para ser feito em pé, em 10 minutos, na beira da pia. Então, transforme suas refeições em rituais. Coloque a mesa, olhe para o ambiente, perceba a cor, o cheiro, a sua salivação.

Esse exercício de observar, de transformar o momento em um ritual, vai ajudar a reduzir a ansiedade que faz com que você coma de forma automática. É pura alimentação consciente.


4. Não tenha medo de comer e coma de tudo um pouco

Vivemos um tempo de muita informação e, como já foi dito, de referenciais externos. Com isso, muita gente desenvolveu um verdadeiro medo de comer. É medo que o arroz engorde, de que o açúcar te faça infeliz, de que o pão vai dar câncer.

Esse pensamento extremista reverbera em todo o seu corpo e, seja lá o que você coma, não te fará bem.


Os alimentos não são bons ou ruins. O que não é nada bom é o excesso. Por isso, adote o CAMINHO DO MEIO na sua alimentação e coma de tudo, mas moderadamente. Pode bolo? Pode. Pode carne? Pode. Pode pão? Pode. Pode brigadeiro? Pode. Mas é preciso diversificar, comer vegetais e, sempre, a comida mais fresca possível.


Quando for planejar a alimentação, pense, por exemplo, no seu gasto de energia. Agora, durante a Pandemia, muita gente está mais tempo parada. Portanto, não precisa de um consumo tão alto de comida. Então, diminua. Coma o que você gosta, mas coma com moderação.


5. Leve a atenção plena para a mesa de refeições

Não sente para comer correndo. Leve a atenção plena para cada garfada e você certamente comerá menos e melhor. O alimento tem o mesmo sabor se você colocar um garfo cheio ou com pouca comida na boca. Se coloca menos alimento no garfo, você consegue mastigar mais, absorver melhor e sentir melhor o sabor. Vire a sua chave mental.

O Fernando Ercoli virou essa chave e conseguiu emagrecer 30 quilos em um ano e meio. Assista ao depoimento dele!


6. Pratique exercícios físicos e medite para controlar os impulsos

Inclua na sua rotina exercícios físicos e meditação. Eles parecem não ter nada a ver com alimentação, mas são práticas que ajudam a equilibrar os estados impulsivos, que muitas vezes levam a um comer exagerado.


7. Use a regra do 80%

Em regiões como Okinawa, no Japão, e Sardenha, na Itália, pessoas que chegaram aos 100 anos com saúde usam a regra dos 80%, que diz para você encher o seu estômago em apenas 80% da capacidade. Isso significa terminar a refeição com aquela sensação de que você poderia comer um pouco mais.

Como descobrir quando chegou no 80%? Observe e você aprenderá a escutar o seu corpo. Ele, com certeza, vai te dizer a hora de parar (na verdade ele já diz, mas talvez você ainda não saiba escutar).

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Mindfulness na Cozinha, que faço todas as quintas-feiras no Instagram.


8. Descubra prazeres além da comida

Muitos alimentos acionam nas pessoas um potencial dopaminérgico, de prazer imediato. E é a busca por esse prazer rápido que faz com que muita gente coma muito e rapidamente.

Então, pare e pense: preciso da sensação que a comida me traz ou da comida em si? Quando a necessidade é da sensação, comece a buscar esse prazer em outras atividades como leitura, assistir um filme, brincar com os filhos, dar uma volta no bairro, ler uma revista, jogar algo, costurar ou plantar.

Você vai descobrir que a vida pode ser cheia de atividades prazerosas para além do comer!

Se você quer mudar o seu comportamento alimentar, posso te ajudar com a mentoria da Prática Integral.




crédito imagens: LENISSE PHOTOGRAFY | ADÉLIA DIAS FOTOGRAFIA

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